sábado, 10 de abril de 2010

Produção de Texto e Leitura-6a,7a,7b


Após a leitura das manchetes-frases reescreva-as em seu caderno fazendo as correções necessárias:
FRASES PUBLICADAS EM JORNAIS DO RIO DE JANEIRO
"A nova terapia traz esperanças a todos os que morrem de câncer a cada ano."
JORNAL DO BRASIL
(na cova?)
"Apesar da meteorologia estar em greve, o tempo esfriou ontem intensamente."
O GLOBO
(o frio não estava filiado ao sindicato grevista)
"Os sete artistas compõem um trio de talento."
EXTRA
(hã?)
"A vítima foi estrangulada a golpes de facão."
O DIA
(uma nova modalidade de estrangulamento)
"Os nossos leitores nos desculparão por esse erro indesculpável.“
O GLOBO
(de modo algum!)
"No corredor do hospital psiquiátrico os doentes corriam como loucos."
O DIA
(naturalmente....)
"Ela contraiu a doença na época que ainda estava viva."
JORNAL DO BRASIL
(jura?)
"Parece que ela foi morta pelo seu assassino.“
EXTRA
(não diga!)
"Ferido no joelho, ele perdeu a cabeça."
O DIA
(espera, onde foi o machucado mesmo?)
"O acidente foi no triste e célebre Retângulo das Bermudas."
EXTRA
(gente, mas até ontem era um triângulo!)
"O tribunal, após breve deliberação, foi condenado a um mês de prisão.“
O DIA
(e será que ele tem cela especial?)
"O velho reformado, antes de apertar o pescoço da mulher até a morte,
se suicidou.“
O DIA
(seria a volta dos mortos-vivos?)
"A polícia e a justiça são as duas mãos de um mesmo braço.“
EXTRA
(que aberração!)
" Depois de algum tempo, a água corrente foi instalada no cemitério, para a satisfação
dos habitantes."
JORNAL DO BRASIL
(água no além para purificar as almas...)
"Há muitos redatores que, para quem veio do nada, são muito fiéis às suas origens."
O GLOBO
(do pó ao pó...)
"O aumento do desemprego foi de 0% em novembro.“
O GLOBO
(onde vamos parar desse jeito?)
"O presidente de honra é um jovem septuagenário de 81 anos.“
O DIA
(quanta confusão!)
"Quatro hectares de trigo foram queimados. A princípio, trata-se de um incêndio."
JORNAL DO BRASIL
(ah, achei que fosse uma churrascada!)
"Na chegada da polícia, o cadáver se encontrava rigorosamente imóvel.“
EXTRA
(viu como ele é disciplinado?)
"O cadáver foi encontrado morto dentro do carro."
O DIA
(sem comentários)
"Prefeito de interior vai dormir bem, e acorda morto.“
O DIA

(acorda??!!!)

5 a,b,c Leitura e interpetação do texto

Após a leitura responder a questão referente ao texto no seu caderno de Língua Portuguesa
HISTÓRIA ESTRANHA
Luis Fernando Verissimo

Um homem vem caminhando por um parque quando de repente se vê com sete anos deidade. Está com quarenta, quarenta e poucos. De repente dá com ele mesmo chutando umabola perto de um banco onde está a sua babá fazendo tricó. Não tem a menor dúvida que é elemesmo. Reconhece a sua própria cara, reconhece o banco e a babá. Tem uma vaga lembrançadaquela cena. Um dia ele estava jogando bola no parque quando de repente aproximou-se umhomem e...O homem aproxima-se dele mesmo. Ajoelha-se, põe as mãos nos seus ombros e olhanos seus olhos. Seus olhos se enchem de lágrimas. Sente uma coisa no peito. Que coisa é avida. Que coisa pior ainda é o tempo. Como eu era inocente. Como os meus olhos eram limpos.O homem tenta dizer alguma coisa, mas não encontra o que dizer. Apenas abraça a si mesmo,longamente. Depois sai caminhando, chorando, sem olhar para trás.O garoto fica olhando para a sua figura que se afasta. Também se reconheceu. E fica pensando, aborrecido: quando eu tiver quarenta, quarenta e poucos, como eu vou ser sentimental!


PARTE A: Análise Textual
1. Nessa unidade, aprendemos que um mesmo fato narrado pode ser analisado de diferentes pontos de vista. Como o homem se sentiu durante aquele encontro e como o garoto se sentiu?

8F-Atividade de recuperação

Entrega desta atividade será para o dia 26 de abril
Observação somente a resposta a caneta com nome,número e série
Partindo das explicações sobre agumentação,e do tema selecionado abaixo estruture uma argumentação com os fragmentos abaixo, utilize estes e acrescente mais se necessário

TEMA: “O mundo moderno caminha atualmente para sua própria destruição.”
POR QUÊ?
1 – Têm havido inúmeros conflitos internacionais.
2 – O meio ambiente encontra-se ameaçado por sério desequilíbrio ecológico.3 – Permanece o perigo de uma catástrofe nuclear.

Além disso, enfrentamos sério perigo relativo à utilização de energia atômica. Quer pelos acidentes que já ocorreram e podem acontecer novamente nas usinas nucleares, quer por um eventual confronto em uma guerra mundial, dificilmente poderíamos sobreviver diante do poder avassalador desses sofisticados armamentos.
Outra ameaça constante, é o desequilíbrio ecológico, provocado pela ambição desmedida de alguns, que promovem desmatamentos desordenados e poluem as águas dos rios. Tais atitudes contribuem para que o meio ambiente, em virtude de tantas agressões, acabe por se transformar num local desabitável.
Nestas últimas décadas, temos assistido, com certa preocupação, aos inúmeros conflitos internacionais que se sucedem. Muitos trazem na memória a triste lembrança das guerras do Vietnã, da Coréia e do Golfo Pérsico, as quais provocaram grande extermínio. Em nossos dias, testemunhamos conflitos na América Central que, envolvendo as grandes potências internacionais, poderiam conduzir-nos a um confronto mundial de proporções incalculáveis.
O mundo moderno caminha atualmente para sua própria destruição, pois tem havido inúmeros conflitos internacionais, o meio ambiente encontra-se ameaçado por sério desequilíbrio ecológico e, além do mais, permanece o perigo de uma catástrofe nuclear.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Grandes Cordelistas-Parte I

Cidadão de Diadema
A literatura de cordel, que foi muito importante para a formação da cultura brasileira, e que informou e alfabetizou muita gente num tempo em que rádio era coisa rara e jornal só circulava nas capitais e escolas eram escassas, vem sendo utilizada como instrumento de incentivo à leitura de jovens e adultos em São Paulo, especialmente em Diadema, onde reside o poeta cearense Moreira de Acopiara, por meio de palestras e debates com alunos em escolas estaduais e municipais.O poeta, nascido em Acopiara (daí o sobrenome artístico), usa a própria experiência para justificar o sonho de levar aos não-letrados ou pouco letrados o gosto pelas palavras. “Fui alfabetizado lendo jornal e cordel. Quando fui para a escola já era adulto, mas tive a sorte de ter uma mãe (Nair Rolim, falecida há três anos) que apesar de pouco estudo tinha sensibilidade e era uma leitora voraz e de bom gosto. Quando se casou levou para casa livros de Raquel de Queiroz, Graciliano Ramos, Machado de Assis e Castro Alves. E muitos cordéis. Por isso, antes de pisar em uma escola eu já tinha intimidade com as palavras”, relembrou Moreira.InspiraçãoO sonho de se tornar escritor brotou da leitura dos autores anteriormente citados. Patativa do Assaré, um dos mais importantes poetas populares do Brasil, foi outra grande fonte de inspiração. “Quando pequeno eu ouvia um programa que ele tinha numa rádio de Juazeiro, onde declamava seus poemas. Às vezes pensava: Quando crescer, quero ser como ele”.O cordel, lembra o escritor, foi um dos primeiros instrumentos de alfabetização de muitas famílias nordestinas. “Isso bem antes de eu nascer. No período da segunda guerra mundial (1939 a 1945), por exemplo, havia poucos jornais. Muitos cordelistas ouviam a notícia no rádio para depois produzir o chamado cordel reportagem, com o relato dos fatos”.OrigensMoreira de Acopiara – nascido em 1961, com o nome de Manoel Moreira Júnior, ensaiou seus primeiros versos com 14 anos. Desde então não parou. Aos 32 anos publicou o primeiro livro, Meu Jeito de Ser Feliz (1993). No total já são quatro livros publicados e perto de 100 cordéis. Seu livro mais recente, Com o Pé Direito na Frente (2003), está na terceira edição. “Em todos eles eu abordo a saudade da vida sertaneja, os problemas sociais, amor e humor”, resume.Recentemente Moreira de Acopiara esteve na Região, na cidade de Acopiara, onde organizou juntamente com outros cordelistas e violeiros o I Festival de Cantoria. Também participou do Programa Nordeste Caboclo, fazendo o lançamento do Livro Com o Pé direito na frente, composto por 31 poesias. Sendo esta sua terceira reedição. O livro traz poemas como iIdades, Perseguição, Um Soneto à Aristides Theodoro, Um carta a Satanás, Perdão, Senhor, entre outros como Dois Brasis, Com o Pé direito na Frente, titulo dado ao livro, A Política Restaurada, entre muitos outros.Moreira de Acopiara diz não ter tido uma infância dura, como a grande maioria dos meninos e meninas de sua idade. “O lugar onde nasci (sítio Cantinho) até hoje não tem energia elétrica. No entanto fui um privilegiado. Meu pai (Né Rufino) tinha terra e bom gado. Cresci no meio da fartura. Mas nos finais de semana e nas férias meu pai dispensava os empregados. Com isso, eu e meu irmão mais velho (Eduardo) tínhamos que pôr a mão na massa”.O outro lado da vida Moreira de Acopiara conheceu aos 20 anos de idade. O pai, já de idade avançada, vendeu a terra e todos se mudaram para a cidade. Sem perspectivas, o jeito foi fazer a mala e partir para São Paulo em busca de algum trabalho que lhe garantisse a sobrevivência. “Em Diadema fui acolhido por uma tia. Inicialmente trabalhei de auxiliar de escritório, mas foi pouco tempo. Depois trabalhei de garçom e, por fim, de vendedor”.Corria a década de 1980 e essa nova realidade reforçou no então jovem Moreira o desejo de se projetar como poeta. “Aprofundei-me na leitura dos clássicos da literatura universal e na produção textual, apesar do pouco tempo disponível. Hoje o meu processo de criação é diferente. Não escrevo nada. Quando decido fazer um poema sobre um determinado tema eu penso uma estrofe, memorizo, penso outra, mais outra, e quando dou fé o poema está pronto e retido na memória. Aí me sento e escrevo. Trabalhar como garçom me ajudou nesse sentido, porque eram muitas horas de muita correria e eu não podia parar para escrever. Foi nessa época que desenvolvi essa técnica de pensar meus poemas e memorizar tudo”, ressalta.ProfissionalismoHoje Moreira de Acopiara vive de poesia popular, especificamente literatura de cordel, que atravessa uma excelente fase. “Mas batalhei muito para isso”, acrescenta. Membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC), desde 2005, o poeta Moreira de Acopiara tem percorrido o Brasil fazendo palestras em escolas e universidades. Também ministra ‘workshops’ e oficinas sobre literatura de cordel. Viaja ao Nordeste duas/três vezes por ano e tem por Acopiara um carinho muito especial. Tem mais dois livros prontos: Roda de Glosas e Fábrica de Verso, que deverão ser publicados brevemente. No momento trabalha em mais um livro, focado na cultura dos cantadores repentistas do Nordeste.


Patativa do Assaré Mestre do Cordel
Antônio Gonçalves da Silva, dito Patativa do Assaré, nasceu a 5 de março de 1909 na Serra de Santana, pequena propriedade rural, no município de Assaré, no Sul do Ceará. É o segundo filho de Pedro Gonçalves da Silva e Maria Pereira da Silva. Foi casado com D. Belinha, de cujo consórcio nasceram nove filhos. Publicou Inspiração Nordestina, em 1956, Cantos de Patativa, em 1966. Em 1970, Figueiredo Filho publicou seus poemas comentados Patativa do Assaré. Tem inúmeros folhetos de cordel e poemas publicados em revistas e jornais. Está sendo estudado na Sorbonne, na cadeira da Literatura Popular Universal, sob a regência do Professor Raymond Cantel. Patativa do Assaré era unanimidade no papel de poeta mais popular do Brasil. Para chegar onde chegou, tinha uma receita prosaica: dizia que para ser poeta não era preciso ser professor. 'Basta, no mês de maio, recolher um poema em cada flor brotada nas árvores do seu sertão', declamava. Cresceu ouvindo histórias, os ponteios da viola e folhetos de cordel. Em pouco tempo, a fama de menino violeiro se espalhou. Com oito anos trocou uma ovelha do pai por uma viola. Dez anos depois, viajou para o Pará e enfrentou muita peleja com cantadores. Quando voltou, estava consagrado: era o Patativa do Assaré. Nessa época os poetas populares vicejavam e muitos eram chamados de 'patativas' porque viviam cantando versos. Ele era apenas um deles. Para ser melhor identificado, adotou o nome de sua cidade. Filho de pequenos proprietários rurais, Patativa, nascido Antônio Gonçalves da Silva em Assaré, a 490 quilômetros de Fortaleza, inspirou músicos da velha e da nova geração e rendeu livros, biografias, estudos em universidades estrangeiras e peças de teatro. Também pudera. Ninguém soube tão bem cantar em verso e prosa os contrastes do sertão nordestino e a beleza de sua natureza. Talvez por isso, Patativa ainda influencie a arte feita hoje. O grupo pernambucano da nova geração 'Cordel do Fogo Encantado' bebe na fonte do poeta para compor suas letras. Luiz Gonzaga gravou muitas músicas dele, entre elas a que lançou Patativa comercialmente, 'A triste partida'. Há até quem compare as rimas e maneira de descrever as diferenças sociais do Brasil com as músicas do rapper carioca Gabriel Pensador. No teatro, sua vida foi tema da peça infantil 'Patativa do Assaré - o cearense do século', de Gilmar de Carvalho, e seu poema 'Meu querido jumento', do espetáculo de mesmo nome de Amir Haddad. Sobre sua vida, a obra mais recente é 'Poeta do Povo - Vida e obra de Patativa do Assaré' (Ed. CPC-Umes/2000), assinada pelo jornalista e pesquisador Assis Angelo, que reúne, além de obras inéditas, um ensaio fotográfico e um CD. Como todo bom sertanejo, Patativa começou a trabalhar duro na enxada ainda menino, mesmo tendo perdido um olho aos 4 anos. No livro 'Cante lá que eu canto cá', o poeta dizia que no sertão enfrentava a fome, a dor e a miséria, e que para 'ser poeta de vera é preciso ter sofrimento'. Patativa só passou seis meses na escola. Isso não o impediu de ser Doutor Honoris Causa de pelo menos três universidades. Não teve estudo, mas discutia com maestria a arte de versejar. Desde os 91 anos de idade com a saúde abalada por uma queda e a memória começando a faltar, Patativa dizia que não escrevia mais porque, ao longo de sua vida, 'já disse tudo que tinha de dizer'. Patativa morreu em 08 de julho de 2002 na cidade que lhe emprestava o nome.

Texto adaptado pela Professora Andrea

Você já ouviu falar em Literatura de Cordel....

O que é Literatura de Cordel?
Texto de:Francisco Diniz__________________________________Este texto faz parte do Cd Literatura de Cordel, de Francisco Diniz. Clique aqui para escutar a música
Literatura de CordelÉ poesia popular,É história contada em versosEm estrofes a rimar,Escrita em papel comumFeita pra ler ou cantar.A capa é em xilogravura,Trabalho de artesão,Que esculpe em madeiraUm desenho com ponçãoPreparando a matrizPra fazer reprodução.Mas pode ser um desenho,Uma foto, uma pintura,Cujo título, bem à mostra,Resume a escritura.É uma bela tradição,Que exprime nossa cultura.7 sílabas poéticas,Cada verso deve terPra ficar certo, bonitoE a métrica obedecer,Pra evitar o pé quebradoE a tradição manter.Os folhetos de cordel,Nas feiras eram vendidos,Pendurados num cordãoFalando do acontecido,De amor, luta e mistério,De fé e do desassistido.A minha literaturaDe cordel é reflexãoSobre a questão socialE orienta o cidadãoA valorizar a culturaE também a educação.Mas trata de outros temas:Da luta do bem contra o mal,Da crença do nosso povo,Do hilário, coisa e talE você acha nas bancasPor apenas um real.O cordel é uma expressãoDa autêntica poesiaDo povo da minha terraQue luta pra que um diaAcabem a fome e miséria,Haja paz e harmonia.Francisco DinizTexto ampliado em 17/11/2007_________________________________________Site: http://literaturadecordel.vila.bol.com.br E-mail: literaturadecordel@bol.com.br

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Jornal Mural-Passo a Passo

O jornal mural contribui como canal de comunicação estabelecido entre empresa e funcionário, alunos e escola,comunidade e escola,trazendo informações, muitas vezes, de maneira próxima à realidade do público interno da organização, usando diversos atrativos, como layouts criativos, coloridos e divertidos, e também uma linguagem informal capaz de despertar o interesse dos empregados por assuntos relacionados não só ao ambiente de trabalho, mas também ao lazer e ao divertimento em geral. Suas características são geralmente o enfoque sobre temas como negócios da empresa, recursos humanos, segurança, saúde, meio ambiente, responsabilidade social, lazer cultura, entre outros.
Para que seja bem elaborado e desperte o interesse do público o jornal mural conta com seis regras básicas: 1) Ter data regular; 2) Estar bem localizado; 3) Ser bem escrito; 4) Fácil de ler; 5) Ser bem diagramado e 6) Ser atraente
CARACTERÍSTICAS DO JORNAL MURAL
A utilização do JM é relevante e única. Ao contrário da mídia impressa, que pode ser levada para públicos externos, o Mural é uma comunicação dirigida essencialmente ao público interno, podendo, portanto, veicular dados reservados a este público.
Considerando em seu plano editorial, o JM pode ser descrito por suas próprias finalidades.
É um instrumento de comunicação rápida e imediata. As informações podem ser por ele veiculadas diariamente, merecendo o interesse e a curiosidade geral, tornando-o procurado por ser sempre fonte de novidades.
Mantém a comunicação programada da empresa, completando as mensagens de outros veículos, fixando-as de forma mais variada e simples.
Transmite as notícias quando acontecem, podendo acompanhar o que se passa na empresa.
É ideal para a divulgação do noticiário social como promoções, casamentos, nascimentos, aniversários, eliminando tais dados do jornal mensal, deixando espaço para informações mais importantes e contribuindo para melhorar a integração social dos empregados.
Dá nova dimensão aos classificados, porque o JM pode expô-los diariamente e até de forma padronizada, aumentando seu número e sua eficácia, que era pobre quando publicados apenas no jornal mensal.
Oferece cobertura muito mais ampla e variada à empresa pela apresentação de noticiário mais freqüente e mais extenso sobre suas atividades, seus produtos ou serviços e suas aplicações.
Pode-se converter num veículo didático, programando a disseminação de noticiário cultural, político, econômico, literário e de utilidade pública, despertando o interesse regular por tais temas.
Presta-se com excelência para a comemoração de datas cívicas, históricas ou de qualquer outro evento do calendário, podendo até se converter, em efemérides especiais, em um verdadeiro painel ou outdoor interno.
É instrumento incentivador do lazer, turismo, de divulgação de artes e espetáculos, eventos esportivos e similares.
Serve como apoio às campanhas internas que solicitam a participação dos empregados pelo incentivo e acompanhamento que pode dar a elas enquanto acontecem.
O QUE DIVULGAR
Os temas citados anteriormente significam uma pauta muito ampla de assuntos para o JM. Extremamente variada, usa pauta pode focalizar seus temas seguindo uma programação regular de acordo com os objetivos de comunicação da empresa e em perfeita coordenação com os demais veículos de comunicação interna.
O Mural pode focalizar, por exemplo, as manchetes do dia, noticiário da empresa, esportes, classificados, sociais, utilidade pública, economia, cultura e lazer, comemorações, curiosidades, eventos, mulher etc. Esses temas podem ser subdivididos e titulados de forma a provocar a curiosidade e o interesse do público leitor. A gama de assuntos é imensa e sua seleção dependerá da criatividade de quem faz o JM e do conhecimento do seu público e de suas expectativas.
COMO PRODUZIR O JORNAL MURAL
Em primeiro lugar, é preciso definir com exatidão qual será a finalidade do JM a ser adotado pela empresa para, em seguida, estabelecerem-se suas características. Definindo seu objetivo, parte-se para a delimitação de sua extensão. Isto é, a determinação do espaço necessário para se poder dar cobertura aos assuntos pautados. As dimensões do JM poderão ser muito variáveis, indo de 5 a 8 metros de largura por 1,30 cm de altura. Para facilidade de operação, aconselhaM-se painéis cobertos com cortiça, o que ajuda muito na montagem das matérias. O JM dever ser montado nas primeiras horas de expediente de modo a estar totalmente pronto até o horário de almoço ou em horário compatível com o momento de sua exposição ao público.
Onde colocar os Jornais Murais? Em locais de fácil acesso e de boa visibilidade e onde os empregados tenham espaço suficiente para lerem as notícias, sem perturbar a movimentação interna ou fazer aglomerações em locais não indicados. Corredores, refeitórios, áreas de lazer, podem ser locais adequados. Esse espaço deve atender à necessidade e à disponibilidade de cada empresa, sem se esquecer da comodidade a ser oferecida aos leitores.
Texto adaptado do site:www.portal-rp.com.br/bibliotecavirtual/relacoespublicas/comunicacaodirigida/0059.htm

Nova Ortografia-Regras Principais

No Brasil, somente 0,6% (aprox) das palavras serão afetadas. Veja abaixo as mudanças:
TREMA
Deixará de existir em todas as palavras (ex: lingüiça será escrito como “linguiça”), com exceção para nome próprios
HÍFEN
Não será mais usado nos seguintes casos:
Quando o primeiro elemento termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente (Ex: extra-escolar será escrito como) “extraescolar”;
Quando o segundo elemento começar com r ou s. Nesse caso, a primeira letra do segundo elemento deverá ser duplicada (Ex: anti-semita e contra-regra serão escritos como “antissemita” e “contrarregra”;
Outra regra para o hífen é a de incluí-lo onde antes não existia, nos casos em que o primeiro elemento finalizar com a mesma vogal que começa o segundo elemento (ex: microondas e antiinflamatório serão escritos como “micro-ondas” e “anti-inflamatório”.
ACENTO DIFERENCIAL
Não se usará mais o acento para diferenciar:
“pêra” (substantivo - fruta) e “pera” (preposição arcaica)
“péla” (flexão do verbo pelar) de “pela” (combinação da preposição com o artigo)
“pára” de “para” (preposição)
“pêlo” de “pelo” (combinação da preposição com o artigo)“pólo” (substantivo) de “polo” (combinação antiga e popular de “por” e “lo”)
ACENTO CIRCUNFLEXO
Deixará de existir em:
palavras que terminam com hiato “oo” (Ex: vôo e enjôo serão escritos como “voo” e “enjoo”)
terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos dar, ler, crer e ver (ex: Lêem, vêem, crêem e dêem serão escritos como “leem”, “veem”, “creem” e “deem”)
ACENTO AGUDO
Será abolido em palavras terminadas com “eia” e “oia” (ex: idéia e jibóia serão escritos como “ideia” e “jiboia”.
Nas palavras paroxítonas, com “i” e “u” tônicos, quando precedidos de ditongo. Exemplos: “feiúra” e “baiúca” passam a ser grafadas “feiura” e “baiuca”
Nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com “u” tônico precedido de “g” ou “q” e seguido de “e” ou “i”. Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem
ALFABETO
O alfabeto agora contará com as letras “k”, “w” e “y”, somando um total de 26 letras