domingo, 7 de novembro de 2010

Gêneros na Literatura-8 e 9 anos Sapiens

O gênero narrativo apresenta enredo, que é o conjunto de fatos encadeados; personagens, seres que vivem os fatos narrados e descritos, nesta relação de elementos há o diálogos e o tempo. No gênero dramático, o texto só atinge o seu objetivo quando encenado no palco.
O gênero dramático apresenta uma história que é contada por um narrador e vivida pelos atores que representam as personagens. Há um espaço(cenário), as descrições sobre o cenário ficam em segundo plano, e o
interesse do receptor pelo desfecho da história é acentuado conforme o “clímax” do roteiro.
No gênero lírico o objetivo do emissor não é somente contar uma história, não predomina a presença de enredo, descrição ou personagem. O objetivo do texto é subjetivo, ou seja, expressar a realidade do eu-poético, escritos em verso.
Cada gênero considera as definições na qual pertence e o seu conteúdo, na visão clássica os três são muito bem distintos, na visão moderna aceita-se a fusão dos três. Em tese nenhuma obra apresenta absolutamente as características de um único gênero literário.
O lirismo é muito identificado nas poesias, mas quando a poesia é encenada em palco ela pode receber do emissor e da pessoa que interpreta o texto um certo grau de dramaticidade. O gênero narrativo pode ter sua história adaptada para uma encenação em teatro, tv e cinema.

Literatura de Cordel-Sapiens 8 e 9 anos

O que é literatura de cordel
Literatura de Cordel é, como qualquer outra forma artística, uma manifestação cultural. Por meio da escrita são transmitidas as cantigas, os poemas e as histórias do povo — pelo próprio povo.
O nome de Cordel teve origem em Portugal, onde os livretos, antigamente, eram expostos em barbantes, como roupas no varal.

Origens da literatura de cordel
As primeiras manifestações da literatura popular no ocidente ocorreram por volta do século XII. Peregrinos encontravam-se no sul da França, em direção à Palestina; no norte da Itália, para chegar à Roma; e ainda na Galícia, no santuário de Santiago.
Nesses encontros eram transmitidas as histórias e compostos os primeiros versos, de forma muito primitiva.
O que interessa para nós é que foi dessa forma que surgiram os primeiros núcleos de cultura regional que espalharam-se pela Europa e, posteriormente, pela América.


A literatura de cordel no Brasil
Devido ao atraso da chegada da imprensa por aqui e seu acesso pelo público, as produções literárias de populares tiveram seu apogeu apenas no século XX.
Nossa literatura de cordel é caracterizada, principalmente, pela poesia popular. A prosa aparece muito mais na forma oral, que passa de geração para geração.
Como é uma manifestação muito mais cultural do que intelectual, destaca-se em regiões onde a cultura é mais valorizada e delineada. Aqui no Brasil essas regiões são a Nordeste e a Sul.


Fonte:http://www.lendo.org/o-que-e-literatura-de-cordel-autores-obras/

Escolas Literárias-8 e 9 anos Sapiens

ESCOLAS LITERÁRIAS
1-Quinhentismo - Foi o primeiro movimento literário no Brasil. Em relação aos demais, sua importância é um tanto quanto menos expressiva na literatura, por não apresentar nenhum escritor brasileiro; ou, ainda, nenhum "escritor". Apesar disso, muitos dos maiores vestibulares do país pedem que seus vestibulandos tenham conhecimento desta matéria. Além disso, serve também como conhecimento geral para aqueles que gostam do assunto. O movimento iniciou-se com o "ínicio" do Brasil (sim, eu sei. O Brasil existia antes do descobrimento, mas para a literatura, assim como para muitas outras coisas, sua história começa quando os portugueses chegam ao país). Seu fim foi marcado pela publicação de Prosopopéia, de Gonçalves de Magalhães, que já tinha algumas tendências barrocas. O Descobrimento das Américas marca, antes de mais nada, a transição entre a Idade Média e a Idade Moderna. A Europa vive o auge do Renascimento, o capitalismo mercantil toma o lugar dos feudos, e o êxodo rural provoca o início da urbanização. Houve também, neste período, uma crise na Igreja: o novo grupo dos protestantes contra o grupo dos fiéis católicos (estes últimos no movimento da Contra-Reforma). Durante a maioria deste período, o Brasil era colonizado por Portugal. Os documentos eram escritos por jesuítas e colonizadores portugueses; o primeiro autor brasileiro apareceria, mais tarde, somente no movimento barroco, Gregório de Matos.
2-Barroco - O Barroco representa todas as formas de arte cultivadas neste período, como a música, a pintura, a arquitetura, e a literatura. Apesar deste movimento contar com o primeiro autor brasileiro em nossa literatura, sua influência é quase totalmente portuguesa e espanhola, deixando pouco espaço para o Brasil. O movimento iniciou-se em 1601, com a publicação de Prosopopéia, de Bento Teixeira. O final deste movimento dá-se em 1724, com a obra Obras, de Cláudio Manuel da Costa, e com a fundação da Arcádia Ultramarina, que será comentada no Arcadismo. O início do século XVI foi para Portugal o momento mais áureo de sua história até hoje; assim como os últimos foram os mais negros. Por uma lado o descobrimento do Brasil iria tornar Portugal o país mais rico do mundo. Mas em contraste, logo foi observado a crise do comércio português. Suas colônias não produziram como era esperado. Além disso, em 1578, desaparece o rei Dom Sebastião em campanha pela África. Dois anos depois Filipe II, rei da Espanha, anexa Portugal a seu país, ato que durou quarenta anos. No Brasil, o período Barroco ficou marcado em especial pelas invasões holandesas e pelo declínio da venda da cana-de-açúcar, este segundo em consequência do primeiro.
3-Arcadismo - Este período, também conhecido como Neoclassicismo (o Classissismo foi um movimento europeu que ocorreu antes de o Brasil ter sido descoberto. Seu principal autor foi Luís Vaz de Camões), iniciou-se em 1768, com a publicação de Obras, de Cláudio Manuel da Costa. Foi também o ano da fundação da Arcadia Ultramarina. Durou até 1836, quando foi publicado Suspiros Poéticos e Saudades, de Gonçalves de Magalhães. Este período foi, essencialmente, uma reação à religiosidade barroca. Sua influência é toda francesa, com seus movimentos iluministas que iriam estourar a Revolução Francesa. Socialmente, este movimento marcou a acensão da burguesia em fatores políticos e sociais, tanto no Brasil como na Europa. Em 1748, Montesquieu escreve e publica O espírito das Leis, obra na qual apresenta o governo em poder legislativo, executivo, e judiciário; como é feito hoje em vários países, como o Brasil. Voltaire e Rousseau colaboraram também neste sentido, defendendo a burguesia e a república. Todos esses autores foram responsáveis pelo início do Iluminismo, um dos ideais árcades. Foi também neste período que iniciou-se a independência dos países americanos, começando pelos Estados Unidos, em 1776. No Brasil, o centro comercial deixa o Nordeste e se instala principalmente em Minas Gerais. Ocorre também a Inconfidência Mineira, principal fato histórico brasileiro da época. Alguns dos autores deste período fizeram até parte deste movimento revolucionário.
4-O Romantismo foi um movimento com origem inglesa e alemã, sendo contra o Arcadismo. Este estilo inicia-se em 1836, com a publicação de Suspiros poéticos e saudades, de Gonçalves de Magalhães. Foi portanto um movimento que ocorreu logo após a Independência do Brasil, e, por alguns autores, por causa desta independência. Logo após a independência, os brasileiros precisavam buscar sua importância na situação econômica, política, social e cultural (daí a literatura). O ano tradicional do desfecho romântico é o de 1881, com duas publicações: O mulato e Memórias póstumas de Brás Cubas, ambas com tendências naturalistas/realistas.
5-Parnasianismo - O movimento parnasiano surgiu na França em 1866, com a edição da antologia " La Parnase Contemporain". Abrigando poetas de tendências diversas, como Théopgille Gauthier , Laconte de Lísia, Charles Baudelaire, Geradia, Banvilla, havia, em comum a oposição ao sentimentalismo romântico. A denominação Parnasianismo remete-nos à antiguidade grecoromana(Monte Parnaso= região da Fócida , na Grécia, que a Mitologia contemplava como a morada dos deuses e poetas, ali isolados do mundo para dedicarem-se exclusivamente à arte). Isso sugere a aproximação às fibtes e ais udeaus ck;assucis da arte.( o Belo , o Bem, a Verdade , a Perfeição , o equilíbrio a disciplina e o rigor formal, a obediência às regras e modelos , a arte como imitação da natureza - a Mimese arestotélica, a razão, o antropocentrismo) São frequentes as alegorias fundadas na Mitologia e na História da Grécia e de Roma. "O Sonho de Marco Antônio" , "A Seste de Beri", "O treiunfo de Afrondite" "O Incêndio de Roma" "A tentação de Xenôcrates" "O Julgamento de Frinéia" . "Delencia Cartago" todos de Olavo Bilac, "O vaso Grego"e "A volta da Galera" de Albert0 de Oliveira. Antecedentes Brasileiros - Em 1878 desfere-se pelas páginas do 'Diário do Rio de Janeiro a "Batalha do Parnaso"polêmica em versos agressivos ( e de má qualidade) , entre os defensores de "Idéia Nova" e os epígonos do Romantismo.
6-Modernismo - Este período é conhecido pelo caráter revolucinário, criticando cruelmente parnasianos, e simbolistas. A literatura procura se expressar de forma livre, espontânea, fugindo de todas a normas possíveis, ao contrário do parnasianismo. Sua origem é, como sempre, européia. A busca pelo moderno e inovador é a principal marca deste período. O período inicia-se com a Semana da Arte Moderna, em fevereiro de 1922, e vai até 1945, fim da ditadura de Getúlio Vargas e da II Guerra Mundial. Este movimento é dividido em dois períodos: 1922-1930, e 1930-1945.
7-Pós Modernismo - O Pós-Modernismo é o movimento em que nos encontramos hoje. Na verdade, tudo que foi produzido após o Modernismo é considerado trabalho pós-modernista. Talvez no futuro este período seja redividido em vários períodos. Até que seja, o Pós-Modernismo apresenta duas fases. A primeira fase corresponde a uma fase mais "séria e equilibrada", como diz José de Nicola, doque as tendências modernistas, especialmente na poesia. A prosa vive um momento semelhante à prosa modernista. Na segunda fase surgem duas tendências na poesia: a poesia concreta e a poesia-máxis; veremos estas tendências mais tarde. Com o final da II Guerra Mundial e o bombardeamento norte-americana ao Japão, começa a era da Guerra Fria. Constroi-se o Muro de Berlin, a OTAN, a COMECON, etc... A queda do muro marcou o final da Guerra Fria.

sábado, 1 de maio de 2010

5 a,b,c Leitura e interpetação do texto

LER E RESPONDER NO CADERNO DE LÍNGUA PORTUGUESA
A borboleta e a tartaruga
Liliana Lacocca


Era uma manhã ensolarada e a velha tartaruga, que vivia na lagoa há mais de cem anos, saiu para tomar sol.
Procurou um cantinho na margem, se ajeitou vagarosamente e lá decidiu ficar no maior sossego.
Naquela mesma hora, uma borboleta, que tinha acabado de nascer, apareceu por lá, batendo apressadamente as asas.
Toda agitada, olhando para tudo quanto é lado, sem saber por onde começar.
— O que será aquilo? — Pensou a borboleta quando viu a tartaruga.
E imediatamente pousou sobre ela.
— Pronto! Eu sabia que este meu sossego não ia durar! — Reclamou a tartaruga.
— Xô! Xô! Vai incomodar outra! Se você não consegue ficar um minuto parada, deixa em paz quem quer ficar tranqüila no canto dela!
— Mas quem é você? — Perguntou a borboleta.
— Não está vendo que eu sou uma tartaruga?
— Que horror! — Gritou a borboleta. — Fui pousar logo em cima do bicho mais parado que existe no mundo. Que horror!
E foi embora do jeito que tinha chegado.
— Que bicho irritante! — Pensou a borboleta. — Eu não sei como alguém pode ficar a vida toda parada com tanta coisa para se ver.
— Que bicho irritante! — pensou a tartaruga. — Eu não entendo como alguém pode se mexer o tempo todo, sem ter um pingo de sossego.
E enquanto a borboleta voava, a tartaruga encolheu a cabeça e ficou onde estava.
— Que linda flor! Como é bonita aquela amarela! E a vermelha também! Você é uma árvore? Bom dia, passarinho! Vou correr atrás da abelha... Olha eu no espelho da lagoa!...
— Para que sair daqui, se o calor do sol está tão gostoso? — Pensou a tartaruga.
E assim o dia foi passando, e a tartaruga no canto dela pensava:
— Nada melhor do que uma boa dormida depois de um dia longo como este.
— Nossa! Já está anoitecendo e eu não vi quase nada! — Pensou a borboleta. — Como o dia foi curto!
Quando a noite chegou, a tartaruga decidiu ficar onde estava mesmo e só voltar para a lagoa no dia seguinte. E a borboleta, surpreendida pela escuridão, procurou um lugar para ficar.
— Vou pousar nesta pedrinha — pensou a borboleta, e pousou sobre a tartaruga.
— Que ventinho gostoso! — Pensou a tartaruga quando sentiu a borboleta sobre ela. E fechou os olhos.
Que pedra quentinha! — pensou a borboleta e dormiu.
Naquela noite, a borboleta sonhou que era tartaruga e a tartaruga sonhou que era borboleta.
A borboleta e a tartaruga. São Paulo, Ática, 1999.


1) Reescreva as frases substituindo a palavra grifada por outra do texto de mesmo sentido. Faça a concordância necessária.
a) Uma borboleta que acabara de nascer, batia rapidamente as asas.

b) — Pronto! Eu sabia que esta minha tranqüilidade não ia durar!





c) E a borboleta, pega de surpresa pela escuridão, procurou um lugar para ficar.


2) Numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª, relacionando as falas das personagens.

( 1 ) Borboleta ( ) — O que será aquilo?
( 2 ) Tartaruga ( ) — Que horror!
( ) — Pronto! Eu sabia que este meu sossego não ia durar!
( ) — Que linda flor!
( ) — Que ventinho gostoso!

3) Numere de 1 a 5 os acontecimentos de acordo com a ordem do texto.
( ) A borboleta voou admirando a natureza enquanto a tartaruga ficava quieta no seu canto.
( ) Uma borboleta nova, agitada, pousou na tartaruga.
( ) À noite, a borboleta pousou sobre a tartaruga e a sentiu quentinha e a tartaruga gostou do ventinho suave de suas asas.
( ) Uma velha tartaruga que vivia na lagoa, procurou um cantinho na margem e ficou no maior sossego.
( ) A tartaruga e a borboleta brigaram, uma reclamando da outra.

4) Marque com um (X) as características da TARTARUGA.
( ) nova ( ) agitada
( ) lenta ( ) velha
( ) sossegada ( ) esperta

5) Escreva o que cada personagem pensou sobre a outra após o primeiro encontro.













6) Lendo o texto pode-se observar a duração (tempo) em que a história acontece. Marque a resposta certa.

a a história acontece em:
( ) uma semana
( ) um dia
( ) um mês

a Copie do texto expressões que podem comprovar a resposta aciMA








7) Você se considera mais parecido com a borboleta ou com a tartaruga? Explique sua resposta.

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8) É possível seres diferentes como a tartaruga e a borboleta, viverem juntos e se entenderem bem? Explique.
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5 a,b,c Leitura

SOMENTE LEITURA,COMENTÁRIOS PESSOAIS A SEREM REGISTRADOS NO CADERNO DE LÍNGUA PORTUGUESA
A língua do pê
(Hélio Consolaro )
A língua permite algumas brincadeiras, aliás, na sua função poética está também o lúdico. Brincar com as palavras é também compor um poema. Leia abaixo: Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém, posteriormente, pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedir pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
- Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai.
Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: - Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.
Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
- Papai, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!
Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partiram pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente, Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos.
Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando...
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto, pararei.
E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer: "O Rato Roeu a Rica" ou "Roupa do Rei de Roma."? Fonte:www.portrasdasletras.com.br

6A,7A,7B,8F

CONTINUANDO OS TÓPICOS PARA A ESTRUTURAÇÃO DE UM ARTIGO DE OPINIÃO,REDIJA UM TEXTO BASEANDO-SE NA PROPOSTA ABAIXO,MÍNIMO DE 15 LINHAS MÁXIMO DE 20 LINHAS,NÃO ESQUEÇA DE DAR UM TÍTULO:

Morte dos mendigos em São Paulo
Proposta de redação:
Leia o texto abaixo e redija um artigo de opinião com o seguinte tema:
"A tolerância é a virtude do fraco" - Marquês de Sade (1740-1814)
A paus e pedras (Por Paulo Lima *)
Os mendigos atacados nas ruas de São Paulo, cidade que registrou o maior número de casos até o momento, seguida de Belo Horizonte e - quem diria - Sergipe, foram mortos a pauladas, facadas e pedradas, como cães raivosos que precisam ser abatidos a qualquer custo. Se as razões para os ataques são de natureza política, para desestabilizar a candidatura de tal ou qual candidato, ainda não se sabe. Mas certamente revelam um lado sombrio da sociedade: alguém, um grupo, sabe-se lá quem, parece acreditar que pobreza se extingue a golpes de insanidade.
Carl Jung referia que o lado sombra da personalidade humana - e todos o temos - precisa ser assimilado, se quisermos gozar de alguma saúde psíquica; não se pode fingir que não está ali e simplesmente elidi-lo. Existimos como um todo, com virtudes e defeitos, com penumbras e lampejos mais ou menos fugazes.
A sombra dos mendigos - ou moradores de rua, no eufemismo criado pela mídia - expõe as fraturas abertas de uma das sociedades mais injustas do planeta, com ilhas de excelência primeiro-mundista e cenários pós-modernos, de um lado, e bolsões profundos de miséria extrema, de outro, muitas vezes convivendo numa mesma rua, e até num mesmo prédio; ou os porteiros e serviçais dos edifícios das classes altas gozam das mesmas regalias dos seus patrões? Ou seja, é a famosa luta de classes - ou será este mais um conceito abolido pelas maquinações do neoliberalismo e pela força unificadora do consumo?
Fingimos que o drama da pobreza e do mendigo largado na sarjeta não é conosco, trata-se de uma outra realidade, bem distante dos nossos olhares suficientemente domesticados pelos apelos da publicidade, que nos oferece mundos perfeitos, assépticos - e inalcançáveis.
Como os nazistas
Algo similar se passava na Alemanha nazista. As pessoas fingiam que não percebiam o que ocorria com os judeus, eleitos párias sociais de uma hora para outra. Morriam aos montes, como moscas - mas isso não dizia respeito à sociedade ariana e imaculada de então.
A maneira como convivemos mal com nossas nódoas parece ter merecido a tradução definitiva na frase de Washington Luiz, proferida em 1930. Para aquele governante, a questão social era um caso de polícia.
Era um caso de polícia, mas agora é questão para serial killer, embora o precedente já tenha sido criado, nesta e em gerações passadas. Nesta geração: César Maia propôs remover as favelas do Rio de Janeiro, extirpá-las como quem extirpa um câncer. Em gerações passadas: nos anos 60, o então governador do ex-estado da Guanabara, Carlos Lacerda, propunha o mesmo - e radicalizou; a ele atribui-se a determinação de mandar afogar mendigos no rio Guandu, numa forma de limpar a paisagem da Cidade Maravilhosa.
O filósofo pacifista Bertrand Russell considerava que a pobreza era o maior flagelo da humanidade. E ela, a pobreza, está cada vez mais disseminada, mais presente em toda a parte, seja em sociedades afluentes, seja em sociedades emergentes. Mendigos podem ser vistos em toda a parte, em cenários tão distintos como Calcutá, Manhattan, Berlim ou Paris. Mas não será a pauladas e pedradas, negando esse lado sombra das nossas imperfeições, que se acabará com os pobres. Seria como dar um tiro em nós mesmos, no intuito de pôr fim às nossas veredas mais sombrias.
* Paulo Lima é estudante de jornalismo. (Fonte:www.portrasdasletras.com.br)

6A,7A,7B,8F

ARTIGO DE OPINIÃO
APÓS A LEITURA DOS TEXTOS ABAIXO VOCÊ DEVERÁ REDIGIR UM ARTIGO DE OPINIÃO PARA CADA UM DELES ABORDANDO O TEMA PROPOSTO,NÃO ESQUEÇA DE DAR UM TÍTULO,MÍNIMO DE 25 LINHAS NO MÁXIMO DE 30 LINHAS PARA CADA TEXTO
Combate ao fumo: autoritarismo ou dever do governo?
Foi aprovada, no dia 7 de maio de 2009, pelo governador de São Paulo, uma lei antifumo válida para todo o Estado. A partir de 7 de agosto, está proibido fumar cigarros, cachimbos ou charutos em todos os lugares públicos fechados ou semifechados. Só será possível fumar no próprio carro, dentro de casa ou no meio da rua, desde que não haja tetos, toldos, ou guarda-sóis. Essa lei, aplaudida por muitas entidades e autoridades ligadas à saúde, é também criticada com violência por pessoas que a consideram radical e autoritária, pois tiraria do cidadão boa parte de sua liberdade, que passa a ser vigiada, e o livre-arbítrio para fumar ou não. Como você se posiciona diante dessa questão
O preconceito racial está chegando ao fim?
No mundo todo, implantam-se e vigoram políticas mais efetivas contra a discriminação racial, que, cada vez mais, é punida com rigor. Será o fim do preconceito no mundo? O fato é que alguns negros passam a comandar empresas, outros são juízes, atletas de sucesso, grandes atores ou comunicadores. Em 2008, o salto foi maior: os norte-americanos elegeram Barack Obama para presidente da República. No Brasil, dizem que não existe preconceito, que somos uma sociedade multirracial e unida. Será mesmo? Obama, Lewis Hamilton, Naomi Campbell, Oprah Winfrey, o ministro Joaquim Barbosa, a atriz Taís Araújo revelam um mundo novo sem preconceitos? O que você acha: está acabando o preconceito aqui e no mundo?
Amor com grande diferença de idade: será que isso funciona?
Por interesses políticos ou econômicos, sempre existiram uniões entre casais com grande diferença de idade. Desde a Antiguidade, há também paixões que uniram gerações bem diferentes: Júlio César, imperador romano, 30 anos mais velho que Cleópatra, foi seduzido por ela. Hoje, homens ou mulheres mais velhos continuam apaixonando-se por mais novos e vice-versa: a cantora Madonna, 50, veio ao Brasil, onde conheceu o modelo Jesus, 20 anos; a atriz Susana Vieira não faz segredo de seus namorados mais novos; a cantora adolescente Mallu Magalhães namora o vocalista Marcelo Camelo, 30. Muitos acham isso normal, outros consideram errado. Por que tais casos suscitam tantos comentários e atenções? Será que amores com diferença de idade dão certo?
FONTE:WWW.UOL.COM.BR\BANCO DE REDAÇÃO \ TEMAS